A baixa adesão ao Seguro Empresarial no Brasil é um ponto de atenção para a gestão de riscos de empresas de todos os portes. Apesar do vasto mercado e da crescente complexidade das ameaças, apenas 20% das companhias brasileiras contam com essa proteção, segundo levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), conforme aponta o portal segs.com.br.
Por que sua empresa ainda não revisou o Seguro Empresarial?
A lacuna na proteção de seguros empresariais no Brasil, onde a maioria das empresas não possui uma apólice adequada, representa um risco significativo. Esta deficiência pode expor o patrimônio e a continuidade operacional a perdas não previstas, desde incidentes cibernéticos até desastres naturais, levantando a questão da adequação da apólice atual.
O mercado empresarial brasileiro, com cerca de 25 milhões de empresas ativas e um crescimento anual superior a 2 milhões de novos negócios, oferece um potencial de expansão considerável para o setor de seguros. Contudo, essa expansão não se reflete na adoção efetiva de apólices empresariais. Renato Almeida, Superintendente Comercial de Grupos Econômicos e Produtos PJ da Tokio Marine, destaca em entrevista ao segs.com.br que "existe um espaço enorme para a expansão dos Seguros Empresariais no País". Ele ressalta o papel do corretor como consultor, ajudando empresários a identificar riscos e a construir uma proteção adequada, em vez de focar apenas na venda de uma apólice.
A complexidade dos riscos e a cobertura tradicional
O ambiente de negócios atual expõe as empresas a uma variedade de ameaças que extrapolam as coberturas tradicionais. Incidentes cibernéticos, as crescentes exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o uso de inteligência artificial e os impactos de eventos climáticos são apenas alguns dos fatores que podem interromper operações e gerar prejuízos significativos. Mesmo pequenos empreendimentos, conforme Almeida, não estão imunes a ataques cibernéticos ou a paralisações por eventos climáticos.
Este cenário exige uma revisão constante das apólices, uma prática que muitas empresas não realizam. A GetSeg, por exemplo, atua justamente nesse ponto: oferecemos uma segunda opinião que o seguro corporativo nunca teve. Antes de qualquer renovação, realizamos um diagnóstico gratuito da cobertura vigente do cliente, mapeando gaps, excessos e o risco real ao qual a empresa está exposta. Não se trata de simplesmente vender uma nova apólice, mas de testar se a proteção existente realmente funciona diante dos desafios contemporâneos.
O custo da inação: mais do que um prêmio de seguro
A subutilização do Seguro Empresarial não significa apenas a ausência de uma apólice, mas a inércia em relação à gestão proativa de riscos. CFOs e diretores financeiros, responsáveis por levar ao board uma gestão de risco testada, deveriam questionar se a renovação automática da apólice, sem uma revisão aprofundada, é a decisão mais prudente. A ausência de uma cobertura adequada pode resultar em custos muito maiores do que o prêmio de um seguro, incluindo interrupção de negócios, multas regulatórias e danos à reputação.
A expansão dos negócios não se limita à conquista de novos clientes, mas também ao aprofundamento do relacionamento com os segurados atuais, identificando necessidades não atendidas. Isso implica em uma análise detalhada e um acompanhamento ativo, que vai além da simples renovação anual, garantindo que o portfólio de seguros esteja sempre alinhado à realidade e aos desafios da empresa.
Revisando a sua proteção: o que observar
A proteção adequada de uma empresa requer uma abordagem analítica, considerando as especificidades de cada operação e o cenário de riscos em constante evolução. Para empresas com prêmio anual de seguros acima de R$ 80.000 e mais de 100 funcionários, a revisão do portfólio de seguros é um passo estratégico para garantir a continuidade operacional e a segurança patrimonial.
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